27/12/2008

Mercedes-Benz C63 AMG

Mercedes-Benz

C63 AMG

Painel

6.3 V8

Troca de marcha

Aro 18




VÍDEO




A sigla AMG é mágica. Formada através dos nomes de seus fundadores e da cidade-sede, ganhou fama nas Autobahns e logo depois passou a encantar o mundo, transformando os refinados veículos da Mercedes-Benz em verdadeiros devoradores de asfalto, com fúria e potência suficientes para deixar pra trás novos e tradicionais rivais.

Mais do que três letras, o logotipo na traseira de um modelo é sinônimo de emoção e adrenalina. E foi justamente por esse motivo que deixei esse belo ensaio, que teve como cenário o Bar Ilha das Flores, para fechar o ano. O bólido das fotos desperta olhares de curiosidade por onde passa. Além da visão, a audição é aguçada pelo ronco dos escapamentos quádruplos (confira no vídeo). Chega de mesmice!

Importante salientar que o motor V8, de 6.3 litros e 457 cv brutos tem uma tocada pra lá de nervosa. Apesar da transmissão automática, é bem mais divertido dirigi-lo com o sistema SpeedShift, que conta com as borboletas atrás do volante. Repare também na pequena plaqueta no propulsor, que traz o nome do funcionário responsável pela montagem do carro.

Se acomode na cadeira e até 2009!

20/12/2008

San Vito S1

San Vito S1

Roadster

Manômetros

AP 1.8 Turbo

Cockpit

Perfil

Aro 18


VÍDEO




Alemão, inglês ou italiano? Nada disso, ele é brasileiro. Essa pode ter sido a pergunta de muita gente nesta manhã enquanto eu fazia o test-drive com o San Vito S1 pelas ruas de São Paulo. No banco do carona, Vito Simone foi me contando como seu sonho de fabricar um legítimo carro-esporte se tornou realidade.

A primeira aparição do modelo foi no Salão do Automóvel. Com chassi tubular, 930 kg e uma cor verde pra lá de chamativa, mostrou ao público que o mercado de foras-de-série vem ganhando mais importância, mesmo com a concorrência dos importados e até de alguns nacionais.

Mas toda a história do projeto e demais informações o leitor encontra no site da empresa. Para começar, a posição de dirigir é bastante agradável e – se excesso de altura não for seu problema – terá apenas um pouco de dificuldade para entrar e sair do carro. O volante, por sua vez, tem boa pegada e os bancos concha acomodam motorista e passageiro de forma confortável.

Eu quero mesmo é falar um pouco das sensações ao volante. Saímos do Pacaembu e já deu pra sentir a força do motor AP 1.8 turbo, com 174 cv brutos (147 cv líquidos). Quando entra em ação, a turbina Garrett, com 0,7 bar de pressão, dá conta do recado e provoca aumento dos batimentos cardíacos, desperta olhares curiosos e atrai máquinas fotográficas e celulares de todos os lados (até o vendedor de balas registrou uma imagem no semáforo). Além, é claro, do som estridente da válvula de prioridade que denuncia de longe sua chegada.

Após aproximadamente uma hora e meia, que pareceu dez minutos, voltamos ao estádio. Entreguei as chaves – com alguma resistência – e nos despedimos. Para concluir em poucas palavras, o San Vito é um brinquedo divertido. E contra os argumentos de que o valor de quase cem mil reais é muito alto, o modelo traz um item de série bem interessante: a exclusividade. Quanto vale esse opcional?

13/12/2008

Mercedes-Benz E430

Mercedes-Benz

E430

Painel

Câmbio

V8



Aro 17



VÍDEO




Olhando esse carro rapidamente o leitor percebe que há algo diferente. Sim, as rodas de 17 polegadas. Por dentro do carro, alguns equipamentos chamam a atenção. Isso porque essa é uma das seis unidades encomendadas pela diretoria da empresa no Brasil e traz alguns diferenciais que a tornam única em relação a outros exemplares da série E que rodam por aqui. Vamos conhecer de perto o Premium Package.

Passo a palavra para o dono: “Como já foi salientado, as rodas são exclusivas nessa medida. Além disso, sistema GPS, ADS, suspensão auto-nivelante (posição esporte ou conforto) e bancos com sistema multiconforto e com aquecimento, ventilação e laterais que se inflam para acomodar melhor o corpo (opcionais da classe S)”.

Depois disso tudo é só se ajeitar, ajustar a melhor posição nos bancos elétricos com memória e deslizar pelo asfalto com a suavidade do motor V8 de 4,3 litros e 279 cv brutos. Ah, e se quiser, ainda é possível se divertir com o sistema Tiptronic e suas trocas de marcha seqüenciais.

É bom que a estrada seja longa...

06/12/2008

Gol GTS

Gol

GTS

BBS

AP

Esportividade

Painel

Coração


VÍDEO




O futuro clássico das fotos já foi destaque aqui no site, juntamente com o GTI 1990. Agora é a vez desse segundo ensaio individual. Logo abaixo o proprietário Daniel Nápoles conta com suas palavras a história de paixão entre eles:

"O motivo da compra do meu carro foi parecido com a da maioria dos apaixonados por veículos antigos. No meu caso meu irmão ganhou, em 1993, um exemplar vermelho zero km. Eu tinha 11 anos e fiquei fascinado com os detalhes do carro e o ronco do motor. No colégio tinha um amigo que também era apaixonado por carro e no intervalo sempre ficávamos conversando sobre ele e principalmente sobre GTS do meu irmão e o GTS da tia dele.

O tempo passou e minha vontade de ter um deles não tinha passado. Em 2003 surgiu a oportunidade de comprar um GTI, mas meu sonho era um GTS vermelho 93, exatamente igual ao do meu irmão. Desisti da compra do GTI e comecei a procura do Gol vermelho. Fiquei 6 meses procurando e não encontrei nada. Então apareceu um GTS 93 cinza spectrus. A essa altura não tinha mais esperança de encontrar um vermelho e como já tinha perdido outras oportunidades resolvi fechar o negócio.

O Shiba (aquele meu amigo do colégio) que me ajudou na procura, foi contaminado pelo bichinho da ferrugem e resolveu comprar um também, de outro amigo de infância. E foi aí que surgiu o GT's CLUB. Mas meu sonho ainda era o GTS vermelho. Olhava todo dia todos os sites de venda de carros e já conhecia uma boa parte dos modelos anunciados.

Em 2005, não me recordo do mês, o Maurício mandou o link de um GOL GTS 93 VERMELHO no site do GOL CLUB. O carro não estava à venda, era de um sócio. No mesmo momento mandei um e-mail perguntando se o tinha interesse em vender. Adivinha a resposta? NÃO. Mas não perdi as esperança, sabia que o carro existia e com o tempo eu ia conseguir. Fiz amizade com o proprietário e depois de quase 2 anos ele resolveu vender o carro, mas com uma condição: eu teria que encontrar um GTI no mesmo estado que o GTS vermelho dele. Então encontrei um exemplar 1989, depois de alguns meses coloquei à venda meu carro e, na mesma semana (agosto de 2007), fui a Botucatu buscar meu tão sonhado GTS vermelho.

Fiquei muito feliz em realizar esse sonho de infância. Não foi fácil, meus amigos que acompanharam essa minha batalha também ficaram contentes. Hoje o carro só fica debaixo de uma capa e só saio para ir aos encontros do GT's CLUB. Foi através do clube que formei amizades que vou levar para o resto da vida.

Tem uma frase que eu gosto muito: Não há nada como um automóvel que faça alguém sorrir".