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4 de jul de 2009

Porsche Boxster RS 60 Spyder

Porsche Boxster

Quanto vale a exclusividade? Veja bem, não estou falando de valores financeiros. Essa idéia de possuir algo cuja produção é limitada vem atraindo a atenção das pessoas há séculos. Relógios e canetas são dois exemplos conhecidos. Com o advento dos carros a idéia das séries especiais parece ter sido a chave para transformar modelos exclusivos em versões ainda mais exclusivas.



RS 60

Spyder

Série limitada

Estilo

Roda

Combinação perfeita


VÍDEO




Este é o caso do destaque dessa semana: o Boxster RS 60 Spyder. As máquinas de Stuttgart – “estacionadas” no piso com mesmo nome aqui na Garagem – atraem visitantes das mais diferentes partes do globo. Mas estava faltando um Boxster, o pequeno esportivo com motor central que sempre despertou olhares pelas ruas desde seu lançamento na década de 90.

A marca através dos anos vem homenageando modelos que marcaram sua história e suas façanhas nas pistas do mundo todo. No ano passado o escolhido foi o 718 RS 60, um clássico que sucedeu o 550 Spyder e se tornou um marco – e uma pedra no sapato dos adversários. No seu vasto currículo constam conquistas memoráveis, tais como as 12 Horas de Sebring, 24 Horas de Le Mans e também algumas na mítica Targa Florio.

Mais de quarenta anos se passaram e esta edição especial – e numerada, com apenas 1960 unidades – foi lançada, mais uma vez se destacando na imprensa especializada. Posso garantir que de perto ele é ainda mais bonito. A combinação da carroceria prateada com o interior vermelho destaca de forma especial o volante e os bancos. Sobre eles, aliás, cabe uma observação. O roadster é pequeno e lembra os modelos mais antigos da marca. A acomodação no “cockpit” é perfeita, com ampla visão para uma “pilotagem” perfeita.

O motor central é um dos destaques. Ele possui 3,4 litros e despeja 303 cv brutos no asfalto, com a ajuda do exclusivo sistema de escape, que torna o ronco mais encorpado, gerando, conseqüentemente, muito mais diversão. Some-se a isso o sistema de gerenciamento de suspensão PASM e o câmbio manual de seis marchas e terá momentos agradáveis ao volante. Ah, eu quis dizer horas.

O leitor pode conferir uma bela recriação do 718 que fotografei no ano passado e fazer um comparativo. Eu também já vou me despedindo, no melhor estilo Le Mans, esperando o sinal para correr até o carro do outro lado da pista. Nos vemos por aí.
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