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11 de jul de 2009

Yamaha R1

Yamaha

Assim como acontece no mundo dos carros, as motocicletas de alto desempenho, ou simplesmente superbikes, chamam a atenção e despertam o fascínio de aficionados de todo o planeta. Velocidade, estilo e adrenalina são itens de série bastante procurados que as transformaram em sonhos de consumo sobre duas rodas.



R1

Superesportiva

Detalhe

Emoção

172 cv

Estilo

Escape

As motos com vocação – e desempenho – mais esportivos surgiram no finalzinho da década de 60. Uma das pioneiras do segmento foi a inglesa Triumph Trident, com três cilindros, 750 cm³ de cilindrada, 60 cv brutos e velocidade máxima próxima dos 208 km/h. Quatro semanas se passaram e a Honda CB 750 K desembarcou com sucesso no mercado norte-americano, com um motor de quatro cilindros em linha e 67 cv brutos. Logo depois a Kawasaki entrou na briga com a clássica Z1. A guerra estava declarada.

Os anos se passaram e as fabricantes japonesas dominaram o mercado. O nicho das esportivas recebeu uma categoria mais restrita, as superesportivas, com temperamento – ainda mais agressivo – e baixíssimo peso. Nesse ponto as guerreiras nipônicas entraram em campo, ou melhor, no ringue, e passaram a travar uma luta por cilindrada, potência e fãs. Vamos conhecer uma delas: a Yamaha R1.

A máquina chegou ao mercado em 1998. O design foi pensado para cortar o vento e o equilíbrio das formas, juntamente com o peso de apenas 177 kg, é ideal para uma boa acelerada. Ela tem um motor de quatro cilindros com exatos 998 cm³ de cilindrada e 180 cv brutos a 12.500 rpm. O câmbio é de seis marchas. Na parte da frente dois dutos captam o ar em alta velocidade e acrescentam um pouco mais de potência ao propulsor, que expele os gases através do sistema de escape duplo, feito totalmente de titânio.

Curioso sobre a performance? 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos e velocidade máxima superior aos 290 km/h. Foi com a última versão da R1 que Valentino Rossi comemorou há duas semanas, no GP da Holanda, sua centésima vitória. E se depender desse foguete, o gesto ainda vai se repetir por muitas e muitas vezes.
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