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28/11/2009

Yamaha TX 650

Yamaha

TX

650



Detalhe






VÍDEO




“Não importa a cilindrada, o que importa é o espírito”. Essa frase pode ser encontrada em vários sites dedicados à vida em duas rodas e faz todo sentido quando a idéia é enaltecer a sensação de liberdade. Após algum tempo outra motocicletas volta a ser destaque no blog. Vamos conhecê-la de perto.

A Yamaha TX 650 fez sucesso na década de 70 e marcou época por aqui, se tornando um objeto de desejo da molecada. Ela simbolizou o início da era dos motores de quatro tempos da marca japonesa no país, que havia se consolidado com modelos de dois tempos, como a RD 350.

Para isso trazia um motor de dois cilindros, 653 cm³ de cilindrada e 53 cv brutos. Além disso, câmbio de cinco marchas e, segundo os especialistas, ótima dirigibilidade. Não demorou para que se tornasse um grande sucesso e ocupasse um lugar especial na garagem e no coração dos fãs, até mesmo após 36 anos de vida.

25/11/2009

Entrevista: Raul Boesel

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(Renato Bellote) Como foi o começo da carreira no kart? Você já tinha vontade de ser um profissional das pistas naquela época?

Raul Boesel: Na realidade começou meio por acaso, um amigo me convidou para ir ao kartódromo em Curitiba para ajudá-lo a empurrar o Kart, nesse dia me deixou dar umas voltas. Daquele dia em diante mudou minha vida, o que eu queria era correr de kart, tinha uns 14 anos, mas levou mais um ano para convencer meus pais a me deixarem correr.

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(Renato Bellote) Do kart você disputou provas no Grupo C e, logo em seguida, foi para a Europa. Como se deu essa transição?

Raul Boesel: Parei o Kart aos 18 anos para entrar na Faculdade de engenharia civil, fiz 6 meses em Itatiba e várias vezes fui assistir corridas em Interlagos, o próximo passo era tentar correr de carro. Minha primeira corrida foi na inauguração do autódromo do Rio na categoria então denominada Grupo C, formada por Opalas e os Mavericks. Na época a corrida era dividida em duas baterias e podia ter dois pilotos, cada um correndo uma. Dividi o carro com um amigo de Curitiba que corria na época. Em 1978 fiz o Campeonato Paranaense sendo vice-campeão e disputei o Campeonato Brasileiro que era dividido em duas provas, uma em Goiânia e outra em Brasília e, por incrível que pareça, liderei a corrida de Brasília por um bom tempo. No ano seguinte foi o começo oficial da Stock Car no Brasil, ganhei 3 provas, disputei o campeonato até o final e fui considerado o piloto revelação do ano. Aconselhado pelo Afonso Giaffone fui tentar a sorte na F-Ford na Inglaterra e foi aí que começou o sonho de chegar a Fórmula 1


(Renato Bellote) E chegar à Fórmula 1, era um sonho?

Raul Boesel: Quando comecei no automobilismo a Fórmula 1 era muito distante, coisa de sonho mesmo, desde o começo em minha carreira sempre fui muito concentrado e com muita perseverança, mas sem muitas expectativas, sempre dando um passo de cada vez. Quando os resultados foram positivos na F-Ford, venci 9 corridas e fui vice-campeão dos dois campeonatos mais importantes, vi que tinha potencial para um dia chegar a Fórmula 1.


(Renato Bellote) Na Fórmula Indy foram quase vinte anos. O público norte-americano é diferente do europeu em relação a atenção que dá aos pilotos?

Raul Boesel: Acredito que sim, e a recíproca é verdadeira, os pilotos na Indy também dão mais atenção ao público, têm mais contato, existe uma admiração e respeito pelos pilotos, independente se está numa boa equipe ou não, se está tendo bons resultados ou não, só de você se classificar para as 500 Milhas de Indianápolis já é considerado pelo público uma grande realização.

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(Renato Bellote) Uma de suas principais características sempre foi a versatilidade. Poucos pilotos conseguem participar de categorias diferentes com sucesso. Isso acabou ajudando na carreira?

Raul Boesel: Acredito que pelo começo de minha carreira ter sido em carros de turismo e depois Fórmula, me adaptei em diversos tipos de carro, mas também acredito que carro de corrida tem 4 rodas e pilotos têm que se adaptar a qualquer tipo.


(Renato Bellote) Você também foi um dos pilotos que abriu as portas para os brasileiros na Indy. Como se sente vendo que o caminho traçado teve seguidores e continua atraindo novos talentos do país?

Raul Boesel: Na verdade fui um dos pioneiros, mas o primeiro foi o Emerson Fittipaldi, corremos juntos por vários anos no início. Acredito que abrimos o mercado americano para os brasileiros que viram na Indy Car uma boa oportunidade para seguir a carreira.

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(Renato Bellote) Uma de suas maiores conquistas foi o Campeonato Mundial de Marcas pela Jaguar em 1987. Conte-nos como surgiu a oportunidade de pilotar pela marca inglesa.

Raul Boesel: Acabei correndo na Jaguar por força das circunstâncias. De 1986 para 1987 tinha um acerto verbal e, como diz o americano, já tinha um shake hands (aperto de mão) com o Carl Hass para correr na Newman/ Hass em 1987. Estava tudo certo. No início do ano ele me liga dizendo que o Mário Andretti, que era o piloto da equipe, não queria um segundo carro de jeito nenhum. Acredito eu que pelo motivo de em 1986, por várias vezes, ter me classificado e terminado na frente dele com a pequena equipe do Dick Simon. Usávamos o carro Lola, só que a Newman Hass era a Lola de fábrica. Para concluir, me ofereci para fazer um teste na Jaguar em Paul Ricard e depois disso é história, acabei ganhando 5 corridas, o campeonato e foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha carreira.


(Renato Bellote) Em 1991 você chegou em segundo lugar nas 24 Horas de Le Mans. Qual foi a sensação de igualar o feito de José Carlos Pace nessa prova histórica?

Raul Boesel: Fui fã de Carlos Pace, infelizmente por pouco tempo, já que sua carreira foi interrompida. É claro que me sinto orgulhoso, da mesma maneira que é frustrante ter chegado tão perto de uma vitória nessa corrida tão tradicional.

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(Renato Bellote) E falando novamente sobre a versatilidade, no ano 2.000 sua atenção se voltou para a água. O que dá mais emoção: acelerar sobre quatro rodas ou a Cigarette com dois motores de 1.100 cv?

Raul Boesel: A sensação de velocidade na água é incrível, o barco chegava a 230 km/h, mas também a sensação de insegurança, o trabalho em equipe e a confiança mútua entre quem está no comando dos aceleradores (throttle man) e quem está pilotando tem que ser incrível. No meu caso eu pilotava e o Phil Lipschutz era o “throttle man”. Chegamos a fazer média horária no Campeonato Mundial em Key West, na Flórida, de 144 km/h com o mar com ondas de 6 pés. Difícil descrever a emoção.


(Renato Bellote) Muitas de suas vitórias ocorreram nas provas de endurance, como as 24 Horas de Daytona e Mil Milhas Brasileiras. Qual o ingrediente principal para vencer nesse tipo de corrida?

Raul Boesel: A primeira é ter uma equipe bem organizada e preparada para esse tipo de prova, saber fazer a estratégia da corrida, ter pilotos que sejam rápidos sem desgastar o equipamento em demasia, programar um ritmo de corrida competitivo e saber a hora de forçar mais o ritmo se for o caso.

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(Renato Bellote) Que balanço você faz do automobilismo brasileiro na atualidade?

Raul Boesel: Hoje a Stock Car sem dúvida é a categoria principal. Quando voltei para o Brasil definitivamente em 2003 e corri pela Equipe Repsol, acredito que abri os olhos de muitos outros pilotos mostrando que a categoria estava crescendo e se profissionalizando, podendo ser uma opção de carreira. Pilotos novos entraram na categoria assim como vários que não tiveram sorte em suas carreiras no exterior e estão hoje aí competindo e dando credibilidade à categoria. Já as categorias de fórmula não têm sustentabilidade, são muito caras e sem visibilidade, o que torna difícil para as equipes e também para os pilotos que estão visando uma carreira internacional.

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(Renato Bellote) Atualmente você assumiu com bastante êxito sua vertente de DJ. Como foi trocar o cockpit pelas pick ups? Já havia tido experiências anteriores com música?

Raul Boesel: Sempre gostei de música, fazendo ginástica, running, dentro do avião, no carro ou em casa. E é assim até hoje, acompanhei o desenvolvimento da música eletrônica que é o estilo que gosto. Para você ter uma idéia em 1980 quando fui para a Inglaterra correr de F-Ford assisti ao show “The Wall”, do Pink Floyd. Nos últimos 7 anos já fui a vários festivais fora do Brasil e vou todo ano para Ibiza que é o centro da música eletrônica durante o verão europeu. Inclusive, já tive a oportunidade de tocar lá esse ano. No final de 2006 depois de mais de 30 anos no automobilismo comecei a achar que estava na hora de parar e dar o lugar aos futuros campeões. Depois dessa decisão passei a me concentrar 100% para aprender a arte de ser DJ.


(Renato Bellote) O que podemos esperar de Raul Boesel para os próximos anos?

Raul Boesel: Estou levando essa nova profissão de DJ com o mesmo entusiasmo, profissionalismo e dedicação de minha carreira de piloto. Já faz dois anos que comecei, acabei de montar um estúdio em minha casa e estou tendo aulas de produção, espero em breve produzir várias músicas.

21/11/2009

Ford Thunderbird 1955

Ford Thunderbird

1955

Clássico

V8

Rabo-de-peixe

Chaveiro

Rádio de época


VÍDEO




Antes de sair de casa naquela manhã procurei por um CD especial. Após algum tempo encontrei-o na parte de baixo da estante. A capa trazia uma de minhas duplas preferidas e que fez muito sucesso nos anos 50: Santo & Johnny. Coloquei no rádio do carro e cheguei à minha escolhida: Sleep Walk.

Segui pelas ruas em direção ao Pacaembu para fotografar um clássico dessa época. Em 1953 o Corvette foi lançado, mas as vendas não emplacaram como a GM gostaria. No ano seguinte a Ford deu sua resposta, colocando no mercado um dos modelos que se tornaria símbolo de uma época e embalaria sonhos por mais de cinqüenta anos: o Thunderbird.

De longe avistei o exemplar vermelho – torch red- ano 1955. Seus cromados brilhavam enquanto ele descia a rua. Cumprimentei o dono da máquina e fiquei alguns breves segundos admirando suas linhas esportivas e cheias de estilo. E pensar que esse carro estava rodando nos Estados Unidos até o ano passado, no estado de Illinois. Incrível!

Algumas características do modelo impressionam. O motor 289 V8, por exemplo, parece intocado pelo tempo. Ele traz ainda manual, chave reserva, pneus radiais faixa branca, suspensão traseira a ar regulável, volante com regulagem de distância e duas capotas. Nada como o american way of life.

Observe que as chaves trazem o logotipo do modelo. O rádio original também chama a atenção. Portanto, é só pegar a garota com saia rodada e entrar no clima. Aliás, quem sabe se procurar pelo rádio eu encontro alguma estação perdida no tempo....

20/11/2009

Passat CC em Interlagos

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Para todo apaixonado por carro os circuitos acabam sendo um lugar mágico, como um templo da velocidade onde os grandes pilotos são venerados e o clima de competição paira no ar. Além disso, se tornam um local seguro para acelerar com tranqüilidade (parece estranho, mas o leitor entendeu o que eu quis dizer).

No último dia 14 de novembro estive cobrindo a última etapa da Driver Cup, evento promovido pela revista Driver com o intuito de reunir máquinas potentes e sedentas por velocidade. O local escolhido não poderia ser outro senão o autódromo José Carlos Pace.




Durante o evento tive a oportunidade de fazer o test-drive no Passat CC, o sedã da Volkswagen equipado por um motor 3.6 V6, com 300 cv brutos. Dirigir na pista é algo incrível. No vídeo é possível conferir as curvas, retas e a potência do modelo. Escolhi a opção das trocas de marcha por meio das borboletas atrás do volante. Nota dez para a transmissão DSG de seis velocidades.

A história desse circuito excepcional começou no dia 12 de maio de 1940. O traçado original tinha exatamente 7.823 metros de extensão e abrangia curvas e retas longas. A escolha do nome foi mais simples do que parece: ele está localizado geograficamente entre dois lagos, o da represa Guarapiranga e o da Billings. Portanto, Interlagos. Em 1990 houve uma grande reforma, a pista diminuiu de tamanho – 4.309 metros – e a Fórmula 1 voltou a ser uma das atrações principais.

Em breve a matéria sobre essas voltas também estará publicada. Aguardem.

18/11/2009

Entrevista: Ana Beatriz Figueiredo

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(Renato Bellote) Antes de mais nada gostaria de saber como surgiu a paixão pelos automóveis. Já gostava mais dos carrinhos de brinquedo do que das bonecas quando criança?

Ana Beatriz: Sempre gostei dos dois, das bonecas e dos carrinhos. Adorava assistir o Ayrton Senna na Fórmula 1 e o Emerson Fittipaldi na Fórmula Indy até que o meu pai me levou para assistir a uma corrida de kart. Eu me apaixonei e ele me apoiou, aí não parei mais.


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Foto: Luca Bassani

(Renato Bellote) Como vários pilotos, o kart foi sua escola. Enfrentou algum tipo de preconceito por ser menina?

Ana Beatriz: Muito. Acho que o kart foi a época mais difícil, pois no começo os meninos pegavam no meu pé. Com o tempo fui crescendo, conseguindo resultados e revidando batidas, e com isso ganhei mais respeito.


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Foto: Luca Bassani

(Renato Bellote) Qual foi a primeira reação dos seus pais quando você disse que queria pilotar carros de corrida? Estranharam a idéia a princípio?

Ana Beatriz: O meu pai deu risada do meu interesse e sempre me apoiou. A minha mãe não gostou muito no começo, mas hoje é uma supertorcedora.


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Foto: Fernanda Freixosa

(Renato Bellote) Saindo do kart você foi direto para a Fórmula Renault, se destacando logo na primeira temporada. Como surgiu o convite para iniciar essa nova fase no automobilismo?

Ana Beatriz: Desde os 12 anos, o Nô, que foi treinador de pilotos como do André Ribeiro, Rubens Barichello, Tony Kanaan, entre outros, me preparou para ser uma piloto profissional. Quando tinha 15 anos, ele me apresentou ao André Ribeiro e, depois de muitas conversas, o André, junto com o Augusto Cesário, decidiram gerenciar minha carreira. Foi a grande oportunidade da minha vida, pois o André e o Cesário planejaram e estruturaram minha carreira até hoje. Do kart, fui para a Fórmula Renault, depois para a Fórmula 3 Sul-Americana, e depois para a Firestone Indy Lights.


(Renato Bellote) Quais ídolos serviram de exemplo e estímulo para que seguisse com determinação em todos os momentos de sua carreira?

Ana Beatriz: O grande ídolo é o Ayrton, mas admiro muitos trabalhos como o do Emerson, do Michael Schumacher e do André Ribeiro.


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(Renato Bellote) Qual foi a corrida dos sonhos, que acabou ficando na lembrança até hoje?

Ana Beatriz: Tive várias corridas muito especiais, mas a mais importante foi a minha primeira vitória internacional na Firestone Indy Lights, no ano passado, no circuito oval de Nashville.


(Renato Bellote) Os pilotos sofrem o assédio das fãs dentro e fora das pistas. E no seu caso, os homens reagem da mesma forma pedindo autógrafos e fotografias?

Ana Beatriz: Claro, e nos Estados Unidos ainda mais. Os fãs americanos amam mulheres pilotos e têm demonstrado um grande carinho por mim.


(Renato Bellote) Você acredita que novas “pilotos” brasileiras seguirão seu exemplo?

Ana Beatriz: Imagino que sim. A cada dia que passa, vejo mais e mais garotas no kart, e quem sabe um dia chegaremos aos 50%/50%.


(Renato Bellote) Nesses anos você quebrou algumas barreiras se tornando a primeira mulher na história a vencer na F-Renault e mais recentemente – por duas vezes – na Indy Lights. Em sua opinião, as mulheres chegaram ao automobilismo para ficar?

Ana Beatriz: Claro! Tanto eu como a Danica, que venceu na Indy, somos prova disso. Lugar de mulher é onde ela quiser.


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(Renato Bellote) O que é mais difícil para um piloto: manter o controle a 300 km/h ou correr atrás de patrocinadores para a temporada?

Ana Beatriz: Com certeza conseguir o apoio e estrutura para correr. Mas tenho o time mais competente de agentes que faz esse trabalho muito bem e graças a eles hoje estou aqui.


(Renato Bellote) Já pensou em correr na Fórmula 1 ou acredita que os norte-americanos lidam melhor com a idéia de uma mulher vencedora?

Ana Beatriz: Meu objetivo é a Fórmula Indy. Não só porque os norte-americanos apóiam mais que os europeus, mas é onde sei que vou ser feliz.


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(Renato Bellote) Em 2010 você dará um passo importante em direção à IndyCar. Como se sente com esse novo desafio pela frente?

Ana Beatriz: É um grande desafio e uma realização. Depois de 16 anos no automobilismo, sinto que estou com o pé numa categoria top.


(Renato Bellote) O que faz Ana Beatriz fora das pistas? Pratica algum outro esporte em especial? Tem algum hobby sobre o qual gostaria de falar?

Ana Beatriz: Fora das pistas, trabalho muito interagindo com meus patrocinadores, que é algo que eu adoro. Faço preparação física, que é superimportante, e ando de kart. Fora isso sou uma garota normal que gosta de sair com os amigos, viajar e curtir a família.

14/11/2009

Mustang GT

Mustang

GT



302 V8





Perfil



VÍDEO (já que falei do Mustang de polícia, aí está ele em uma versão mais nervosa. Os infratores que se cuidem)





Pela segunda semana consecutiva um conversível é destaque no blog. Também pudera, com esse calor em São Paulo a idéia de abaixar a capota e andar por aí parece uma boa pedida. Em especial se o horário escolhido for logo cedo ou no final de tarde.

À primeira vista as rodas de 16 polegadas chamam a atenção. Realmente combinam muito bem com o estilo do carro. Exatamente 24.428 GT`s saíram da linha de montagem em 1991. Observando o diminuto espaço na traseira, entre os dois enormes faróis, é possível imaginar que os americanos pensavam em vendê-lo apenas por lá, já que só as placas norte-americanas se encaixam.

O motor é um velho conhecido: o 302 V8. Com 225 cv brutos ele leva o esportivo com tranqüilidade pela rua e não deixa a desejar na estrada. Quer saber o preço em 1991? Modestos US$ 19.964,00. Ah, o exemplar das fotos marca apenas 42 mil milhas no odômetro.

Mas os “ponies” produzidos nesse ano ficaram famosos pelas unidades SSP, ou seja, viaturas de polícia. Para isso elas recebiam o famoso “police package” que se traduzia em um conjunto muito mais robusto, além do motor vitaminado, essencial para as perseguições no estilo hollywoodiano. O sucesso foi tanto que os exemplares restantes –de um total de 385 produzidos – são bastante disputados nos leilões.

Na semana que vem eu volto com um clássico – conversível, pra variar – que marcou época nos anos 50. Até lá!

11/11/2009

Clássicos no videogame - Parte II

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Já que estamos na Europa, uma visita à Alemanha é fundamental. Fusca – com seu ronco característico – Karmann-Ghia e o Golf GTI de primeira geração são boas opções. O Mercedes-Benz 300 SL “asa de gaivota” nos aguarda imponente e o clássico BMW 2002 Turbo também marca presença. Isso sem falar do Auto Union V16, recordista mundial de velocidade.

Treze carros até agora. Mas não pense que acabou. Nos Estados Unidos iremos encontrar um verdadeiro paraíso pra quem aprecia os legítimos big blocks, donos das estradas durante as décadas de 60 e 70 e devoradores insaciáveis de combustível. Mustang GT 350, Chevelle SS, Camaro Z-28, Mecury Cougar e Pontiac GTO – o primeiro muscle car – só pra começar a diversão. A Mopar, por sua vez, está presente com o Plymouth Superbird, Dodge Charger R/T, Barracuda – com Six Pack e tudo – e Charger Super Bee – equipado com o lendário motor Hemi, que “embaralha” a cada estocada no acelerador.

Perdeu o fôlego? Então respire fundo e continue lendo o texto. O Corvette está disponível em sua primeira versão de 1954, além dos clássicos Stingrays de 1963 – Split Window – e de 1969. Para fechar o parágrafo, a mitológica Chaparral aparece com dois belos – e velozes – exemplares.

Além de admirar e pisar fundo com todos esses modelos, o jogador ainda pode fotografar as máquinas – paradas ou em ação – e depois passar as imagens para o computador através de um simples pen drive. Foi exatamente o que eu fiz.

A fotografia, aliás, foi levada a sério pelos produtores. Existem mais de dez cenários diferentes, que vão desde um mercado de peixe até a noite de Nova York, passando pela histórica cidade de Veneza. Só faltou mesmo colocar a placa preta do blog.

Ficou animado com o jogo? Alguns desses carros podem ser comprados com o dinheiro ganho nas corridas e outros aparecem como premiação em determinadas provas. De qualquer modo, a Polyphony caprichou no desenvolvimento. Quem sabe eles não fazem uma visitinha ao Brasil e resolvem colocar nossos esportivos no menu principal, tais como Puma, SP-2 e Uirapuru?

Não perca a última parte da matéria.

Revista Auto Esporte

Seguem abaixo os links de algumas matérias que escrevi para o site da Revista Auto Esporte (em ordem decrescente de publicação).


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Revista Driver

Olá pessoal,

Segue abaixo a reprodução das páginas iniciais das matérias que escrevi para a revista Driver (em ordem decrescente).

A partir de agora estarei informando os leitores do blog sobre novos artigos.

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MG TC 1946


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Chevrolet Corvette 1960


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Jaguar E-Type 1970


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Porsche 356 Carrera GS 1959


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Dodge Challenger 1974


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Ford GT 40