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19 de mar de 2010

MG F

MG F

Quem freqüenta com alguma assiduidade o meio dos antigos certamente já ouviu a expressão “mosca branca“. Viu alguma por aí? Pois é, foi o que eu pensei. A frase singular é usada ao se referir a máquinas excessivamente raras ou combinações únicas e exclusivas. Bom, esse é o caso.



1998

Painel

1 de 6 no Brasil



Assistência técnica

Entrada de ar do motor


VÍDEO



Os esportivos da MG fizeram fama com baixo peso, motores de baixa cilindrada, de modo geral, e diversão como item de série. Os roadsters, assim como outros similares ingleses, vêm tendo sucesso há mais de cinco décadas graças à combinação perfeita dos fatores citados.

O que faz o esportivo das fotos extremamente raro é o fato de haver apenas mais cinco exemplares iguais a ele no Brasil. Gustavo Leme, o dono da máquina, fala mais sobre isso. “Ele foi adquirido do primeiro dono que, por sua vez, o recebeu por importação independente feita pela Biscayne. Originariamente foi comprado em uma concessionária na Suíça”, revela.

Além de raro, o dono quase se assustou quando viu o odômetro, marcando apenas 4 mil quilômetros. Segundo ele, o pequeno terá mais atividade a partir de agora. “Esse é o meu segundo MG, foi paixão à primeira vista quando o vi na vitrine, agora forma um par com seu avô, o MGB”, diz. (reveja o ensaio aqui).

No quesito desempenho o MG F faz bonito. Ele é equipado com um motor central de 1.8 litro, com comando variável e 145 cv brutos de potência. Bom de curva e com um ronco que agrada aos ouvidos de longe. Importante salientar também que a unidade ainda foi fabricada pela empresa antes que esta fosse vendida aos empresários chineses. Portanto, um autêntico cavalheiro britânico.

Até a próxima semana!
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