Google+

2 de jan de 2011

Ao volante: Mercedes-Benz SL 500


Após as tradicionais Festas de fim de ano, 2011 começou com tempo nublado e chuva na capital paulista. Fiquei pensando no tema ideal para a primeira postagem, de modo a entrar com o pé direito para mais doze meses de emoções e gasolina nas veias. A melhor forma, como o leitor deve imaginar, foi mesmo no acelerador, a bordo de um ícone alemão.





Porsche? BMW? Não dessa vez. O escolhido para abrir 2011 é um carro cheio de requinte e sobriedade, mas que também não faz feio quando o assunto é performance. O Mercedes-Benz SL 500 da geração que leva o nome de R129 esbanja conforto e prova que o tempero apimentado está no sangue.

Naquela manhã de dezembro, antes do Natal, recebi o telefonema com a oportunidade de fazer um novo vídeo com o modelo, dessa vez utilizando o suporte com ventosa. Pois bem. O carro havia acabado de sair da lavagem e – a esta altura – o sol brindava a cidade com doses generosas de calor.

O vídeo mostra alguns detalhes, o belíssimo desenho da carroceria – que durou exatos doze anos – e dá uma idéia de como esse modelo faz sucesso na história da marca. Afinal, a responsabilidade que a sigla SL traz é algo único. Não basta ter estilo, é necessário também apresentar um desempenho à altura do que as duas letras representam.

No blog o leitor pôde conferir dois ensaios com esse carro. O primeiro mostra a opção do teto rígido, que merece elogios pela perfeição do desenho e funcionamento. O segundo, por sua vez, traz o esportivo pronto para desfilar em seu habitat natural, com cabelos ao vento. É aí que se nota toda a simetria do design.

Mas voltemos ao filme. O SL 500 ano 1995, que também, convenhamos, admite ser chamado pelo gênero feminino, é equipado por um motor V8, com 315 cv brutos a 5.500 rpm e transmissão automática de quatro velocidades. No ano seguinte a empresa equipou o conversível com um novo câmbio, de cinco marchas, garantindo retomadas mais rápidas.

Cintos afivelados, motor ligado. O silêncio é algo que deve ser levado em conta quando o assunto é Mercedes. Alavanca na posição D (Drive) e saímos. A maciez da suspensão independente com amortecedores pressurizados merece elogios. Ela garante suavidade mas sem perder a eficiência.

Quando a idéia é sentir a potência do bloco, basta acelerar com vontade para que o propulsor responda com agilidade. Como foi dito há dois parágrafos, uma quinta marcha seria bem vinda, mas o desempenho é bastante agradável. Ele ganha velocidade de modo contínuo, sem trancos, e surpreende quando se dá uma olhada no velocímetro.

Vale dizer que esse exemplar está equipado com um belo jogo de rodas da AMG, garantindo um visual sofisticado. Desse modo começamos o ano com o pé embaixo e classe de sobra. Até a próxima!
Postar um comentário

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails