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15 de out de 2011

BMW 320i (E30): cupê ajuda a explicar o sucesso da marca



Durante a década de 80 o mercado nacional vivia alijado da tecnologia mundial. Itens como ABS e injeção eletrônica estavam muitos distantes dos consumidores e o preço dos automóveis era quase proibitivo. Hoje em dia temos tecnologia, mas os valores continuam absurdamente caros.



Desse modo, para os brasileiros, os modelos da BMW dessa época eram coisa de filme ou reportagens de revistas feitas no exterior. Os carros da série 3, chamados tecnicamente de E30, se destacam pelo estilo limpo que fez história.

Por essa razão encontrar um deles não é tarefa fácil. O exemplar das fotos, um 320i 1985, tem uma história bem interessante. Ele foi restaurado ao longo de seis anos por Michael Foltran e seu pai Milton, que desmontaram completamente o carro.

“Não foi necessário fazer grandes serviços de funilaria, apenas pequenos amassados corrigidos com martelinho. A tapeçaria foi feita na Tapeçaria Transplante, em São Caetano do Sul. Todas as tintas específicas da parte mecânica foram fornecidas pela APA Tintas”, salienta Michael.

A ligação dele com os automóveis vem de longe. “Quando eu era pequeno, morávamos nos Estados Unidos, em East Detroit (Michigan), e meu pai trabalhava como mecânico em uma concessionária BMW. Às vezes, quando ia experimentar algum carro, ele passava em casa e dávamos uma voltinha em modelos diferentes, dentre eles o E30, no qual aprendi a gostar da marca. Meu pai na época não tinha condições de comprar uma e assim, conseguir realizar o sonho dele e o meu”, ressalta.

O coração da máquina tem seis cilindros em linha, 2,0 litros e 129 cv. Outras características incluem a transmissão manual de cinco velocidades e freios a disco na dianteira. Com essa configuração ele acelera bem e tem torque de sobra. Nos vemos na semana que vem!

BMW 320i

E30



6 em linha

BBS
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