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22 de jan de 2012

Monza Classic 500 EF: injeção eletrônica e requinte



"Eu corri uma boa parte da minha vida mas não é uma necessidade minha pilotar. Porém, preciso estar envolvido com as corridas". A frase de Emerson Fittipaldi dá uma idéia do seu comprometimento com os projetos que assume. E no caso do primeiro modelo da Chevrolet com injeção eletrônica a história não seria diferente.



Em 1990 o Monza Classic ganhou uma edição especial em homenagem ao bicampeão. A novidade trazia algo a mais em relação às demais versões: a injeção eletrônica. O motor de 2.0 litros e 116 cv passava a ter funcionamento uniforme, mesmo em dias frios, um verdadeiro tormento com o carburador.

Outro diferencial vinha no estilo. Externamente ele recebeu adesivos alusivos à versão, além do discreto aerofólio traseiro. Mais características incluíam as rodas de treze polegadas e a faixa na lateral, que identificava a versão Classic à distância.

Mas o que chamava a atenção mesmo era o fator exclusividade. Não havia opcionais. O sedã vinha completo de fábrica, trazendo itens como bancos revestidos em couro, abertura do porta-malas por controle remoto, luz de neblina traseira e computador de bordo com sete funções, dentre outras coisas.

Vale lembrar que as importações reabriram naquele mesmo ano, mas o 500 EF vinha muito bem equipado para o padrão da época. Aliás, 500 é uma alusão à conquista do brasileiro na tradicional prova das 500 Milhas de Indianápolis.

A dirigibilidade do Monza é um ponto forte, mesmo após duas décadas. As marchas são longas e deixam a tocada bastante agradável. Para voltar no tempo os leitores podem dar uma olhada na matéria da Revista Quatro Rodas.

O primeiro Chevrolet com injeção eletrônica

Classic 500 EF











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