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12 de jul de 2012

Omega CD 3.0: clássico com motor alemão marcou uma era



“Absoluto”. Esse foi o slogan adotado pela Chevrolet para apresentar o substituto do Opala, em 1993. O Omega chegou ao Brasil e não só ocupou o lugar do antecessor como também criou seu próprio nicho de admiradores. Andamos em um representante da primeira versão.


O carro pertence à coleção LM & Malzoni, assim como aquele Monza S/R da reportagem publicada recentemente. Externamente se destaca o excelente estado geral com as rodas BBS de quinze polegadas e o desenho sólido, que esbanja sobriedade.

Naquela época o comprador pagava caro por todo esse luxo. Internamente bancos revestidos em couro, o painel que cresce à frente do motorista e o conforto se sobressaem. Além disse, ele traz toca-fitas, CD player e computador de bordo.

O sedã utiliza o motor da Opel, com seis cilindros em linha, 3 litros e 165 cv. O torque é de 23,4 kgfm. O propulsor trabalha em conjunto com a transmissão automática de 4 velocidades, que tem funcionamento bastante suave.

Rodando podemos perceber que a fama se justifica. O Omega, como um típico carro alemão, é sólido. A aceleração é progressiva e ocorre de forma bastante linear. O câmbio, por sua vez, faz as trocas de maneira quase imperceptível.

Para quem gosta de números os primeiros 100 km/h chegam em 9,5 segundos. A velocidade máxima é de 210 km/h. Tudo isso com a comodidade de um modelo que foi o preferido de executivos e a própria Presidência da República. Realmente o slogan faz todo o sentido.


Omega CD Untitled Untitled 3.0 Untitled Untitled Untitled CD
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